Os compradores brasileiros são presença marcante em Miami. A pergunta não é se você pode ser proprietário aqui. É como estruturar isso.
Escrita para leitores no Brasil, esteja você em São Paulo, no Rio ou em Belo Horizonte. O escritório atende em português, espanhol e inglês. Read this note in English.
Um cidadão brasileiro pode ter um apartamento em Miami sem nenhuma exigência de cidadania ou residência, em nome próprio ou por meio de uma empresa. É terreno conhecido; o Brasil é há anos um dos mercados de origem mais constantes de Miami.
O que merece cuidado é a forma de deter o ativo. Em nome próprio é simples e direto. Por meio de uma empresa, muda a privacidade, a responsabilidade e o tratamento tributário, e para o comprador brasileiro há pontos a considerar dos dois lados da fronteira. A exposição ao imposto sucessório americano é a que mais passa sem planejamento, e é a que mais recompensa quem cuida disso cedo.
O escritório não oferece orientação jurídica nem tributária. Oferece o quadro completo, com antecedência, para que, ao sentar com o seu assessor, você já saiba quais perguntas importam para a sua situação, em vez de descobrir depois de assinar.
Trabalhar com o escritório significa entender como estrutura e tributação moldam a compra enquanto as decisões ainda estão abertas, e engajar o assessor certo para as suas circunstâncias antes do compromisso, não depois.